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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A arte de fazer rir


O humor está na moda, à arte de fazer as pessoas rirem não é uma tarefa fácil. A programação da TV brasileira oferece diversos programas humorísticos em distintas emissoras.
Muitos utilizam o humor como uma ferramenta para protestar contra as irregularidades do governo e realizar críticas sociais bem embasadas. Outros preferem a comédia pastelão e vale apelar para arquivos guardados no fundo do baú.
Afinal “rir é o melhor remédio” baseado nesse ditado popular os produtores dos programas de humor usam a descontração para informar.

Assim como temos muitos programas que apresentam conteúdos admiráveis outros já perderam sua identidade diante aos telespectadores. Alguns pioneiros na arte de fazer rir – A Praça é Nossa (hoje não passa uma enxurrada de piadas sem graça e apelativas), a extinta Escolinha do Professor Raimundo, com o grande Chico Anísio e o célebre bordão e “e o salário ó”, a TV Pirata que também não está mais no ar e como não citar o “Velho Guerreiro”, comunicador nato que sacudiu a televisão brasileira Abelardo Barbosa, o Chacrinha ele apostou que: “o mundo está em dicotomia convergente, mas vai mudar."

O que temos hoje são poucos programas que realmente apresentam um diferencial já dizia Cazuza- “um museu de grandes novidades”, o porquê afirmo isso, o público mudou então tudo o que é novo deixa de ser bom rapidamente se tornando débil em pouco tempo.
Vamos aos fatos, nos áureos tempos de Casseta e Planeta, as piadas eram ácidas, instigavam a crítica do público mostravam a sujeira debaixo do tapete e hoje o que eles se tornaram? Uma trupe que brinca de imitar personalidades e fazem piadas sem nexo com a realidade.

Zorra Total para criar bordões populares não tem programa melhor, revelou talentos e nos primeiros anos campeão de audiência, mas também caiu na mesmice e hoje apresenta quadros que não inovaram apenas cópias de outras produções. Chacrinha explicaria isso em uma única frase - “na TV nada se cria tudo se copia”.

Essa máxima vale para o programa Pânico na TV, eles foram ousados, batalharam por um espaço e quando conseguiram chegar ao ápice regrediram, o programa agora se mantém de bizarrices, cópias de programas como (Jackass), piadas que denigrem a imagem das pessoas , sem contar nas forçadas situações arranjadas por alguns repórteres. A atração não é de todo ruim tem seus créditos (isso na minha visão pessoal) o Alfinete com a "esperteza" do povo brasileiro, Amaury Dumbo e Freddy Mercury prateado (que apesar das tolices é hilário) e claro Christian Pior, que mesmo quando fala dos erros e gafes dos famosos “- é chique colega” ele faz algumas insinuações maldosas e agressivas, mesmo assim são mais leves que as de seus companheiros.

Para CQC deixo claro minha preferência então qualquer elogio seria suspeito. A história da imparcialidade é complexa isso deixo para outro post. Posso adiantar que não é diferente a desse clipping da notícia vinculada no Blog Na Telinha:

CQC" é eleito o melhor programa da televisão brasileira

O programa "Custe o Que Custar", "CQC", da Band, foi eleito o melhor programa da TV Aberta pela campanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania".A iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil, destina-se a promover o respeito aos direitos humanos nos programas de TV... http://natelinha.uol.com.br/2009/10/20/not_26147.php
Comentário muito interessante de Flávio Ricco - Outro Canal sobre o Pânico:

“Estupidez
Marcos Chiesa, Bola, integrante do "Pânico na TV", teve uma atitude no mínimo lamentável no programa de domingo. Sem mais nem menos disparou a sua "metralhadora giratória" atingindo emissoras concorrentes e até a imprensa que tem destacado o progresso de audiência do "Pânico". Uma atitude profundamente infeliz. Não pensou duas vezes.Mas teve o lado B, o lado bom. A laje de Interlagos, com as participações do Ceará, Carioca, Vesgo e cia., foi uma das coisas mais divertidas que o programa fez até hoje.”

Quem não viu a cena é só procurar no You Tube, realmente lamentável. Aos programas que não teci comentários em uma outra oportunidade retomo o assunto.

Keli Wolinger

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Record negocia contratação de Danilo Gentili e Evandro Santo

Ontem ao assistir o CQC – Custe o Que Custar na Band notei a falta de aparições e do humor ácido de Danilo Gentili. Os quadros do senado que costuma ser um dos meus favoritos foram, diga-se de passagem, bem representados por Rafael Cortez, mas faltava algo, faltava Danilo.

O mesmo apareceu em uma ponta como padrinho de um dos aspirantes a “Oitavo Elemento” (fiquei muito feliz até por que duas mulheres estão na final), e nada mais. Sua ausência pode se ater ao fato de ter sido processado por um dos senadores? Talvez, ou pode ser muitos shows? Quem sabe. O que se sabe é que segundo rumores a rede dos bispos está de olho no “capeta em forma de guri” (Danilo Gentili).

A coluna Outro Canal - Folha agora assinada por Daniel Bergamasco informou “a Record está em negociação avançada para contratar os humoristas Evandro Santo, que interpreta o Christian Pior no "Pânico na TV", e Danilo Gentili, do "CQC" para um programa semanal que já tem Marcos Mion no elenco e deve ser exibido aos sábados.”

Particularmente não gostei de saber que Danilo pode deixar o CQC, o programa com certeza não será mais o mesmo sem as tiradas inteligentes dele e seu carisma incondicional. Como fã de carteirinha de Gentili aguardo ansiosa e roendo as unhas, a mais um capítulo dessa disputa infindável por audiência e torcendo para que Danilo Gentili continue no CQC.

Keli Wolinger