terça-feira, 21 de abril de 2009

Jogo na comunidade do orkut

Olá leitor!
Em nossa comunidade no orkut está acontecendo um jogo. As perguntas são sobre televisão.
O jogo vai durar 3 semanas e você ainda tem chances de participar e ganhar. Quem responder mais perguntas corretamente vai ganhar um ótimo prêmio... 30 reais em créditos para o seu celular.
Dê uma olhadinha nas regras e participe!!!

Link do jogo: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=84735257&tid=5325175761087879514&start=1

:)

domingo, 19 de abril de 2009

Ativo Passivo

A dúvida quanto a uma mídia que se impõe (leia mais em nossa comunidade Televisão: a Caixa de Pandora? FORUM “Mídia que se impõe”) está também relacionada com a capacidade de receber informações dos espectadores. O grau de instrução é fator fundamental no debate sobre mídias “partidárias” –não no sentido político da palavra, apenas como defensoras de uma idéia-, a partir desse ponto dividimos os espectadores em Ativos e Passivos.
Dias atrás em uma breve discussão em aula sobre a temática, fomos questionados sobre o que seria um espectador passivo, um ativo, e como se distinguem. O debate foi interrompido, mas toma novamente forma aqui.

Reféns da Televisão. Pode-se dizer de um espectador passivo, e não apenas da televisão, de qualquer mídia de comunicação. Um espectador passivo é geralmente a pessoa sem um grau de instrução muito alto, mas isso não significa chamá-la de analfabeta, temos um grande número de passivos entre universitários, ou mesmo pessoas com grau superior. Não é necessário ir muito fundo na análise para se identificar um deles, basta observar quais são os que apenas balançam a cabeça afirmativamente e fazem anotações quando um professor defende suas idéias pessoais, e depois fazem o mesmo quando o professor seguinte defende suas idéias, opostas ao do primeiro. Ora, se concorda com um, irá discordar do seguinte, já que suas idéias entram em conflito, mas o espectador passivo não tem opinião formada, tão pouco fundamentos e argumentos para defender pontos de vista, provavelmente ficará sempre sobre o muro, esperando para ver o resultado de um embate.

Protestantes. Espectadores ativos são mais admiráveis, mas também facilmente detestáveis. Poucos gostam de quem se opõe a tudo, tem sempre um argumento ou algo a dizer, tem uma opinião formada. Discordam do que William Bonner fala. Admiram Arnaldo Jabor, mas não necessariamente concordam com ele. Discutem com Magru Floriano. Distingui-los? É fácil, balançam a cabeça negativamente quase o tempo todo, soltam sorrisos irônicos de tempos em tempos, são os “filtros da sociedade”, ser um espectador ativo é absorver só aquilo que de produtivo há nas mídias de comunicação, é escutar, ler, assistir, e principalmente, interpretar tudo isso.

O espectador passivo absorve tudo sem qualquer interpretação, e ao entrar em uma discussão usará apenas de argumentos citados por outros, terá frases prontas e usará pensamentos de outros como se fossem seus. Ter informações, não é o mesmo que ter uma opinião. É apenas um passo, ser um espectador ativo, um diferencial para a sociedade, exige perder a insegurança e a vergonha e abrir a boca para dizer “Mas que merda é essa que você está falando!?”

Diogo S.Campos

Educação e mídia televisiva: uma relação polêmica

A evolução tecnológica do planeta, principalmente, a partir dos anos 60-70 do século passado, com a chamada Revolução Técnico-Científico-Informacional, vem provocando profundas transformações nas formas de acesso ao conhecimento. Já é coisa de um passado distante imaginar a escola como único e até principal forma de acesso ao conhecimento. Com isso, uma grande discussão atinge a sociedade já há algum tempo: qual o papel da escola e das outras formas de acesso ao conhecimento, como a mídia televisa, para o aprendizado de milhões de crianças e jovens no planeta?
A escola parece ter ficado no passado, ainda desenvolvendo técnicas de aprendizado que lembram o Século XIX, ou seja, ainda o conhecimento é transferido, com poucas exceções, através da velha técnica do cuspi e do giz. Com o avanço tecnológico, esse tipo de aprendizado ficou desinteressante e obsoleto para grande parte dos estudantes, dando margem para a penetração de informações oriundas de outras fontes, como a TV e a Internet, mais recentemente.
A diversificação das fontes do conhecimento é um ponto positivo, o problema é que a escola começa a ter um papel secundário nesse processo. O tempo de acesso de uma criança a uma TV ou a uma rede de computadores como a internet tem sido crescente e, em alguns casos, assustador. Talvez essa seja uma preocupação importante para ser estudada e discutida.
Em muitos casos, a informação sem controle de qualidade da TV, para ficarmos nesse caso específico da mídia televisa, acaba provocando um processo de desinformação quando não se tem disponível o contraditório, ou seja, a escola como um canal de segurança, filtragem e de debate dos conhecimentos adquiridos fora do meio acadêmico. Além disso, temos os interesses econômicos e políticos envolvidos em noticiários e em propagandas expostas pela TV. Em muitos casos, a TV acaba sendo um vendedor eletrônico, onde pouco importa pensar no meio de comunicação como um canal de utilidade pública.
Importante ressaltar que os meios de comunicação, como a mídia televisa, não devem ser encarados como um aspecto negativo da informação, ao contrário. Imagina negarmos a importância de um documentário sobre nutrição ou medicina desportiva produzido por profissionais capacitados. Mas a história recente da mídia televisiva no Brasil, para ficarmos num caso particular, é marcada por influências que chegam a contradizer informações acadêmicas, muitas vezes em função da desinformação do profissional de mídia, como dos interesses econômicos que vendem informações como forma de obtenção de lucros. Vide opiniões equivocadas relacionadas a setores como nutrição, medicina e atividades físicas.
É fundamental desenvolver trabalhos que possam aproximar o conhecimento acadêmico dos meios de comunicação. Há uma profunda distância entre esses dois segmentos. É preciso que a sociedade discuta o papel dos meios de comunicação nesse processo de aprendizagem de crianças e jovens. Qual é o papel dos meios de comunicação para a sociedade? Qual papel do Estado como agente regulador de uma concessão pública, como são os canais de televisão? A TV deve ser um meio apenas de entretenimento, sem nenhuma responsabilidade pelo que passa?
A escola precisa passar por um processo de modernização para ser o ator principal no acesso ao conhecimento. É um longo e difícil caminho, mas profundamente necessário. São inúmeras questões polêmicas expostas e que necessitam de um urgente debate, pois gerações estão sendo formadas por um processo pouco democrático, que visa, fundamentalmente, o lucro e que, muitas vezes, desinforma e cria seres humanos profundamente consumistas, mas com uma visão humanitária muito reduzida.

por Marcelo Coelho em seu blog
http://blig.ig.com.br/geomarcelocoelho/2009/01/23/educacao-e-midia-televisiva-uma-relacao-polemica/
em 23/01/2009 - 00:05

sexta-feira, 17 de abril de 2009

TV digital no celular vai explodir

da Folha Online


A Globo aposta na explosão do uso do telefone celular para sintonizar TV digital aberta gratuita nos próximos meses, informa a coluna Outro Canal, de Daniel Castro.

A TV digital para celulares é vista como uma tábua de salvação pelo próprio governo federal quando o assunto é fazer o novo sinal deslanchar no país.

Em maio chegarão ao mercado celulares receptores de TV digital a cerca de R$ 300. No início deste ano, aparelhos com esse dispositivo custavam de R$ 700 a R$ 1.200.

Caso tenham êxito na popularização do celular com TV, as emissoras podem criar um novo horário nobre, atingindo telespectadores em deslocamento. Essa experiência já é vivida em algumas cidades do Japão, com um pico de audiência também pela manhã.

A TV digital brasileira estreou oficialmente em 2 de dezembro de 2007, com uma festa para políticos e radiodifusores na Sala São Paulo (centro). Cerca de um ano depois, 0,3% da população tinham acesso ao sinal.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u547722.shtml

Cidades onde a TV digital está no ar

São Paulo
Emissoras: CBI, MTV Brasil, Rede 21, Rede Bandeirantes, Rede Globo, Rede Record, Rede TV, SBT, TV Cultura e TV Gazeta.

Belo Horizonte
Emissoras: Rede Globo, Rede Record e Rede TV.

Rio de Janeiro
Emissoras: Rede Bandeirantes, Rede Globo, Rede Record, Rede TV e TV Brasil (Radiobrás).

Goiânia
Emissoras: Rede Anhanguera de Televisão (afiliada Rede Globo) e Rede Record.

Curitiba
Emissora: Rede RPC (afiliada da Rede Globo).

Porto Alegre
Emissora: Rede RBS (afiliada da Rede Globo).

Salvador
Emissora TV Bahia (afiliada da Rede Globo).

Campinas
Emissora: EPTV (afiliada da Rede Globo)

Cuiabá
Emissora: TV Centro América(afiliada da Rede Globo)

Florianópolis
Emissoras: RBS (afiliada da Rede Globo)

Vitória
Emissora: TV Gazeta (afiliada da Rede Globo).

Uberlândia
Emissora: Rede Integração (afiliada da Rede Globo).

São José do Rio Preto
Emissoras: Rede Vida.

Teresina
Emissora: Cidade Verde (afiliada do SBT)

Santos
Emissora: TV Tribuna (afiliada da Rede Globo)

Aracaju
Emissora: TV Atalaia (afiliada da Rede Record)



Informações do site: http://www.dtv.org.br/materias.asp?menuid=3&id=11

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Redução da publicidade na TV espanhola

Devido à crise que também afeta as empresas privadas de comunicação, José Luis Zapatero, chefe do governo espanhol, anunciou que pretende reduzir drasticamente a publicidade na televisão estatal.

Acesse...

O que você pensa sobre isso?

LCD ou Plasma, o que é melhor para a sua próxima TV?

Texto retirado do Blog da Tv Digital, postado por Anderson Nilsen.

TV Plasma

Definição

As telas de plasma possuem um gás que, ao passar por um processo de ionização, assume o estado de plasma. O plasma gera raios ultravioletas, que atingem a superfície externa da tela, formando a imagem.
A televisão de plasma é digital e trabalha com o formato usado no cinema e em filmes de DVD. É o chamado widescreen, de medida 16:9 ou 16:10 (um retângulo).

Resolução da imagem

As imagens são de boa qualidade, mas, a rigor, não podem ser consideradas de alta definição. Há várias TVs de plasma de 42 polegadas com resolução de 852 x 480 pixels (480 linhas horizontais), e para ter uma boa qualidade, teriam que ter resolução de 720 linhas horizontais.
São poucos os displays de plasma com alta definição à venda, mas custam mais caro.

Pontos Positivos
Cores mais vibrantes;
Ângulo de visão mais amplo;
Contraste aprimorado;
Tamanhos de telas a partir de 42 polegadas;
Ideal para DVDs e sinal digital em widescreen 16:9

Pontos Negativos

Alto consumo de energia;
Ao ficar próximo da tela, ocorre o efeito “flicker” que cansa a vista mais rápido;
Latência de imagem: uma imagem exibida por muito tempo acaba queimando a tela. Para amenizar o problema, os fabricantes desenvolveram novas soluções como o “pixel orbitor”;
Deixa a tela “espelhada” se houver incidência de luz direta (por exemplo, janela aberta).


TV LCD

Definição

TVs de LCD têm uma lâmpada de luz branca (backlight), cuja luminosidade é filtrada pelos cristais líquidos da tela.

Resolução da imagem
Nas TVs de LCD com 32 polegadas, as telas já são de alta definição.
Estão prontas para a TV de alta definição (HDTV).
A resolução no LCD varia de 1024×768 a 1920×1080 pixels.

Pontos Positivos
São mais leves;
Consomem pouca energia;
Há quem diga que a tecnologia é mais promissora;
Imagens mais nítidas;

Pontos Negativos
Rastros na imagem em cenas muito rápidas (tempo de resposta).


LCD ou Plasma?

Outro cuidado que deve ser tomado é quanto à relação entre o tamanho da tela e o ambiente onde a TV vai ser instalada. Se o espaço é relativamente pequeno, de cerca de 10 a 15 metros quadrados, o mais indicado é um televisor de tela plana de cristal líquido (LCD, liquid crystal display) de 32 polegadas. Se for maior, os aparelhos de 42 polegadas, tanto de cristal líquido quanto de plasma, representam a melhor opção. E qual a melhor tecnologia: cristal líquido ou plasma? Considerando as transmissões em alta definição, o futuro parece favorecer o LCD, pois os fabricantes tem evoluído na relação de contraste da tela. Para imagens convencionais, que não sejam em alta definição, o cristal líquido pode ser pior até que o tubo convencional. Para se ter comparativo de investimento; uma TV LCD e uma de Plasma de um mesmo fabricante com as mesmas funções básicas:

- TV 42” LCD HDTV Ready, (1.024 x 768 pixels) - 2 Entradas HDMI - R$R$ 3.998,50
- TV 42″ Plasma - (1.024 x 768 pixels) - 2 Entradas HDMI, R$ - R$ 1.849,77



Caso você vá comprar uma, procure sempre pesquisar no site do fabricante da sua preferência pelo último modelo, com isto você terá mais tecnologia e os antigos problemas resolvidos.



Postado por Marília Seleme.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A Televisão como prestadora de serviço social

Desde sua invenção no século XIX, a TV desperta interesse e fascínio em seus telespectadores. A necessidade da comunicação através de imagens é um ponto fundamental da natureza humana. Um exemplo dessa comunicação visual são as pinturas rupestres deixadas nas paredes das cavernas por nossos ancestrais.

A mídia televisa propõem uma forma de cominucação diferenciada, que une informação e entretenimento, tem por objetivo formar opiniões, críticas que questionem a realidade vivida e informações prontas para usufruto dos consumidores televisivos.

Seguindo uma via de rolamento contrária a este pensamento de televisão como facilitadora no processo de comunicação á quem afirme que a TV gera telespectadores passivos, que se encantam com o mundo fictício apresentado nas telas e esquece os problemas do mundo real.
É o caso de Peixoto que em sua obra Paisagens urbanas descreve: "A televisão contrapõe-se radicalmente à contemplação. Em primeiro lugar porque na TV a imagem passa por frações de segundo, sem exigir do observador a distância que convencionalmente requer um quadro ou uma paisagem. Assistimos à TV com uma atenção dispersa, sem concentração, apenas deixando que aquele fluxo ininterrupto nos atravesse." (Peixoto, 1996, p. 180)
Mas, ao seguir essa linha de raciocínio perde-se o contexto de televisão como mediadora entre a informação e o público massivo.

Alvo de muitas críticas por formadores de opiniões a teledramaturgia apresentada pela televisão brasileira é de primeira qualidade, mesmo que por razões de mercado a iniciativa cultural inserida em seu contexto é muito forte. Mesmo que se trate de ficção, a teledramaturgia representa uma variável importante no contexto social quando aborda assuntos polêmicos relacionados ao cotidiano da sociedade, como descriminação racial, homossexualismo, violência doméstica, estupro, ou corrupção. Neste contexto se percebe também que campanhas lançadas por estas obras contribuem para o benefício de muitas causas que em outro espaço não teriam tanta repercussão.

Situações como essas são realidade em nosso cotidiano, não se pode simplesmente aplicar a terapia do “se ouve e se vê”, ou seja, se ouve o que quer e se vê o que lhe convém. Os exemplos de programação citados, não são parâmetros de qualidade absoluta, ou verdade incontestável, são paralelos para absorção de conhecimento e informação.

O foco é a televisão como formadora social e os seus determinantes reflexivos. A Televisão não é uma máquina de manipulação de mentes, ou algo que rege as regras da sociedade. A mídia televisiva exerce grande poder sobre a massa por transmitir ideologias, trabalhar com imagens e sensações, integrar todas as regiões do país apesar de suas diferenças culturais e econômicas.
Como todo meio de comunicação em massa tem seu lado bom, e seu lado ruim. A análise crítica sobre o que é transmitido por este veículo, cabe á cada pessoa unicamente afinal," Somos todos iguais, porém diferentes".

Keli Wolinger.

domingo, 12 de abril de 2009

Dê uma olhadinha

Vale a pena você ler a matéria (Policial made in Brazil, de FABIANO CHAVES) sobre séries americanas na televisão brasileira.

Link: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1261&IdCanal=4&IdSubCanal=&IdNoticia=108054&IdTipoNoticia=1

A Caixa de Pandora


Existe um dito popular que expressa o seguinte:" A Curiosidade matou o gato", esta expressão pode ser aplicada para entender o significado da lenda da caixa de Pandora.

A curiosidade é um sentimento muito forte nos seres humanos, exatamente quando nos dizem não faça algo, uma força gigantesca dentro de nós nos impulsiona a agir ao contrário. Reza a lenda que tudo começou quando Prometeu (aquele que prevê) e seu Irmão Epimeteu (aquele que pensa tardiamente), ficaram incumbidos de dar vida e poderes aos seres que habiatavam a terra, para que esses lutassem contra a tirania de Zeus, que depois de matar seu pai, passou a cobrar devoção e sacrifícios do povo em troca de proteção.

Zeus irritado com o amor de Prometeu com os humanos, o aprisionou na parede de um penhasco na montanha com uma corrente inquebrável, todos os dias suas vísceras eram comidas pelas aves, como era imortal durante a noite os órgãos e restituíam e no dia seguinte as aves voltam e comiam novamente, assim era a sua tortura diária.

Antes de ser prisioneiro Prometeu deixou ao seu irmão Epimeteu a incumbência de não aceitar nenhum presente dos Deuses. Como forma de vingança Zeus, criou Pandora uma mulher dotada de muita beleza, inteligência e persuasão e a enviou de presente para Epimeteu. Junto com ela, ele enviou uma caixa e a recomendou que nunca a abrisse Pandora concordou, ela seduziu Epimeteu e o mesmo caiu em sono profundo.

Tentada pela curiosidade e desejando tornar-se uma deusa, Pandora quebrou sua promessa e abriu a caixa. Dessa forma liberou os males que atormentam a humanidade, como guerras, doenças e sentimentos impuros. Todos esses males foram guardados pelos deuses na caixa e Zeus sabia, devido a isso entregou a caixa Pandora, pois ela tinho algo que ele próprio colocou nela a "Soberba".

Antes que Pandora pudesse liberar a "Esperança" único dom guardado dentro da caixa ela a fechou. A caixa de Pandora era ruim? Depende qual o seu ponto de vista, afinal a esperança é ultima que morre"...


Texto de Keli Wolinger