sexta-feira, 26 de junho de 2009

De volta a Terra do Nunca


O assunto mais comentado do momento a morte de Michael Jackson é sensação em qualquer noticiário. A exploração a cerca do assunto gera informações um tanto bizarras como a chamada de capa do Meia Hora (Rio de Janeiro) "Nasceu negro, ficou branco e vai virar cinza" http://www.meiahora.terra.com.br/ , mas o que é inegável é que MJ revolucionou a cena dos clipes televisivos e tornou-se ícone dos anos 80.
Sua carreira profissional foi tão brilhante quanto controversa. "Por isso, não é à toa que muitos críticos afirmam que a revolução pop promovida por Michael Jackson o torna mais importante que John Lennon e Elvis Presley.Michael Jackson não foi apenas música. Foi moonwalk (e outros passos invejados por Fred Astaire), megashows, recorde de vendas e para quem ama TV, superclipes."(Ale Rocha - Poltrona TV)

Para todos fãs ou não, fica apenas as marcas da trajetória de Michael Jackson por essa terra quem sabe agora como dizem por ai ele estará de volta a "Terra do Nunca".

Keli Wolinger

Confira a Revolução do videoclipe: http://www.youtube.com/watch?v=AtyJbIOZjS8

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A dança dos Famosos




O nome pode soar familiar ao quadro do programa do Faustão, mas não é. Trata-se da troca de apresentadores entre as emissoras Record e SBT que se tornou a verdadeira “dança das cadeiras”.

Essa movimentação nos bastidores das concorrentes agitou a semana dos noticiários televisivos.
A largada inicial para a corrida pelo “ouro” começou quando a Record anunciou que contrataria Gugu Liberato, para seu quadro interino de funcionários. Quem imaginou que o homem do Baú sofreria um baque por estar prestes a perder um de seus apresentadores mais velhos da casa se enganou.

Silvio Santos cobriu a proposta da concorrente e deu um cheque mate na estratégia criada pela Record. Enquanto a concorrência alardeava o possível descontentamento do apresentador Gugu junto ao SBT, Silvio armou o contra ataque e chamou para seu time nada mais nada menos que Roberto Justus e Eliana.

O tiro certeiro da rede Record saiu pela culatra. Depois da polêmica possível contratação do Gugu (ainda indefinida) a emissora evangélica perde numa tacada só dois grandes apresentadores. Sobre levar a “última bolacha mofada do pacote” para sua grade de programação na minha opinião, a Record não fará um grande investimento visto que, Gugu já deu o que tinha que dar no Sistema Brasileiro de Televisão hoje seu programa é prolongado demais e explora o sofrimento alheio ao invés de entreter.

O que todos devemos concordar é que Silvio Santos deu um golpe de mestre e isso não se pode negar.

Rápidas e quentinhas



Rolam rumores que o Pânico e sua Trupe estão acertando os últimos detalhes para uma nova emissora. Adivinha Qual? SBT é claro, Silvio Santos vem aí... olé.... olé... ola.

E ele não para.... a partir de 8 de julho o sucesso do game “Show do Milhão”, case no início dos anos 2000 está de volta.

Novidades também na rede Globo dia 07 de julho estréia a Minissérie “Som e Fúria” com direção Fernando Meirelles.

Sem contar na aposta por audiência da Globo que mudou no último domingo (21/06 ) a forma de escolha do ganhador de “Jogo Duro” alternativa acertada, pois a manteve na liderança e garantiu a interatividade com o público.

Keli Wolinger.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Nova estratégia em Jogo Duro


O Jogo Duro deste domingo trouxe uma novidade, agora o público decide quem leva a grana pra casa. Quem levou a melhor na noite de ontem foi o barman e ator de teatro de rua, Paulo Andrade, 33 anos. As provas do jogo estão cada vez mais difíceis...baratas, ratos, sapos, cobras, enfim, diversos bichos estranhos e nojentos.

Ontem os participantes tiveram que superar, além do medo desses animais, o mau cheiro de um frigorífico com temperatura abaixo de zero. Tem que ter coragem para encarar essa maratona em busca de até R$30.000,00!

Com 61% dos votos Paulo foi o grande sortudo. Em entrevista ao site da globo (http://www.globo.com/) ele conta a experiência de participar do programa e também o que achou sobre essa nova forma de interagir com o público.


Maria Rosa Barcellos

domingo, 21 de junho de 2009

A FAZENDA E A GLOBO

Após a estreia de "A Fazenda" (Record), a única certeza que o telespectador tem é que o reality está movimentando as noites de domingo na televisão. Além dos barracos protagonizados pelos famosos, a Globo reforçou o "Fantástico" e estreou uma competição, o "Jogo Duro", apresentado por Paulo Vilhena.


Para enfrentar a eliminação de "A Fazenda" que fica quase duas horas no ar, a Globo atacou com chamadas para o "Fantástico", o concorrente direto do reality. Foi o que pode perceber o telespectador nas últimas semanas.

Em uma quinta-feira, quem acompanhava a novela "Caminho das Índias" foi surpreendido por Regina Casé e Patrícia Poeta anunciando o quadro "Vem com Tudo" em entrada ao vivo. No sábado à noite da mesma semana, Patrícia e Zeca Camargo entraram ao vivo no "Jornal Nacional". A Globo nega que essas investidas sejam reflexo da estreia de "A Fazenda", mas admite que as chamadas ao vivo para o "Fantástico" sejam uma novidade. A estratégia parece ter dado certo.

A gincana da Record perdeu três pontos em relação à estreia e passou de 16 pontos (dia 31) para 13. As principais críticas têm sido em relação ao ritmo lento. Por outro lado, os barracos protagonizados por Theo Becker viraram hit no YouTube.

A briga só está começando. A Record aposta alto em sua nova atração. Prova disso é que abriu espaço em toda a sua programação para alojar a gincana rural, que confina 12 famosos em uma fazenda em Itu. Até a exibição de "Promessas de Amor" e "Poder Paralelo" aos sábados foi sacrificada.

Diretor de teledramaturgia da Record, Hiran Silveira conta que a decisão de tirar as novelas do ar foi uma medida natural. "Eu não acredito que os telespectadores possam se sentir desagradados. Acho muito importante a estratégia de alavancar o produto ['A Fazenda'], uma vez que toda a programação poderá se beneficiar."



Retirado do site http://www.agora.uol.com.br/show/ult10111u579025.shtml, porém com algumas alterações.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Celebridades... mais um Tijolo...

Por Diogo S.Campos





Another Brick in the Wall

Quem não quer ser uma celebridade? Viver seus 15 minutos de fama, ou no caso do Big Brother, pode ser uma semana... até vááários meses, que parecem nunca terminar, você mal pode esperar para voltar a ver filmes nas noites de quinta feira.


Muitos reclamam do Big Brother, que é muita malicia, uma falta de vergonha e uma perda de tempo, mas estas mesmas pessoas sabem quem vai estar no paredão da terça feira, e é o que faz do BBB o carro chefe da audiência da rede Globo, superando até mesmo a novela das nove, seja ela qual for.


Os reality show foram tão bem vindos no Brasil que começaram a ser incorporados por outras emissoras. Lembra da Casa dos Artistas?




Sim, Silvio Santos investiu pesado neste seguimento, modelando (é claro) a sua maneira, como homem de visão que é (porque se não fosse, não teria conquistado tudo o que conquistou) conseguiu pegar o formato BBB e transformá-lo em mais um de seus programas de auditório, atendendo a 20 ligações de espectadores nas noites de domingo para decidir quem deixaria a morada. Vingou? Sim, durante alguns anos, mas não o suficiente para bater a concorrência. O que ficou na lembrança? A Playboy da Elen Roche... com certeza.




Estes são os maiores 15 minutos de alguém. No início, era fantástico ver uma exBBB na Playboy, Sabrina Sato, Íris, Manuella, Antonella, a “homarada” torcia para que elas saíssem da casa da Globo e rumassem para a Mansão da Playboy. Hoje, Playboy, Sexy, Paparazzo, tantas diversidades, tantos BBBs, e taaaaantas mulheres, que chegou a perder a graça. Não há mais o entusiasmo. Acostumamo-nos a todo início de ano, encarar a “maratona BBB”.



A Rede Record estreou agora o reality show próprio, “A Fazenda”, ao menos de inicio não parece estar agradando as expectativas que eram esperadas –e pessoalmente eu não gostei da versão caipira de “Staying Alive”. E no Poderoso Chefão, a rede Globo, “Jogo Duro” entra em cena, um novo formato para a rede, competir por dinheiro o tempo durante todo o programa, mas não tão novo para o SBT.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Na marca do Pênalti


Um programa de televisão assim como um time de futebol exige trabalho em equipe, integração, tática de defesa, estratégia de ataque e principalmente observar o rendimento do adversário.

Foi pensando nisso que a rede Globo lançou “Jogo Duro”, uma versão repaginada do ex programa “No Limite”(2001), que apostou na apresentação descontraída de Paulinho Vilhena, com a mescla de aventura de games de resistência. Na estréia sua audiência chegou a 22 batendo a concorrente Record que chegou a 14.

Todo o investimento no “reality game” veio para competir com a nova atração da rede Record “A Fazenda”, um reality show inspirado no Big Brother.

A jogada ensaiada da rede Globo alcançou o esperado, pois “A Fazenda” foi o tiro pela culatra da emissora dos bispos. Mesmo com a fórmula para tudo dar certo nas mãos o reality da Record não emplacou,o ritmo de monotonia do apresentador seguido de várias falhas da produção do programa fez com que o que era para ser um sucesso se tornar um fracasso.


Deixando assim a rede Globo, na pequena área em cima da marca do pênalti pronta para fazer o gol. Se continuar nesse ritmo o “Jogo não será nada Duro”, e “A Fazenda” pode seguir para o brejo.

Keli Wolinger.



domingo, 14 de junho de 2009

COMUNIDADE

Que tal conhecer e participar da nossa comunidade no orkut?!

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=84735257

Lá você encontra o que procura sobre a televisão brasileira, Jogo Duro e A Fazenda!!!

Participe!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Domingo, 2º episódio de Jogo Duro

Quem consegue a menor quantia de dinheiro fica de fora e quem é mais ganancioso também. Nada fácil, essa é a intenção de Jogo Duro, o reality show que trás ao ar seu 2º episódio domingo, dia 13, na Rede Globo. O 1º episódio foi arrepiante e quem levou a melhor foi Roberto Schardong, Professor de Educação Física, que aos 49 anos mostrou toda sua vontade, levando pra casa R$11.000,00 mais o que ficou no capacete.
Confira o vídeo de uma das provas mais difíceis do 1º episódio, a prova do esgoto...
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1053174-7822-PROVA+NO+ESGOTO,00.html

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Jogo Duro estreia com altos índices de audiência na Globo

O game-show Jogo Duro, comandado por Paulo Vilhena, estreou com ótimos índices de audiência na Globo.


A atração, que foi exibida logo após o Fantástico, fechou com 20 pontos de média e não encontrou problemas para se manter na liderança. No período de exibição de Jogo Duro, a Record marcou 8 pontos e o SBT 7.

Jogo Duro é um produto da Endemol, que é uma produtora holandesa especializada em formatos para a TV. Com sua estreia a Globo reativa sua linha de shows após o Fantástico, que estava extinta desde o fim do Big Brother Brasil 9 e do Faça a Sua História.



fonte: www.audienciadatv.wordpress.com/2009/06/08/jogo-duro-estreia-com-altos-indices-de-audiencia-na-globo/

Quer participar do Jogo Duro?

Então mande um e-mail para jogoduro.participe@redeglobo.com.br informando seu NOME, IDADE, PROFISSÃO e CIDADE/ESTADO onde mora. E não deixe de enviar uma FOTO sua em anexo! Se você tem nervos de aço e não corre de um desafio, inscreva-se já! Você pode ganhar até R$ 30 mil!

Por toda a fábrica estão espalhadas notas de dinheiro. A cada rodada dois participantes sairão da disputa. Quem for muito ganancioso será eliminado, mas quem pegar pouco dinheiro também.


http://jogoduro.globo.com/

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A nova "Fábrica" de Celebridades








A nova sensação da televisão para driblar a crise é apostar nos programas de formato” Reality Show”. Filmar pessoas em confinamento em tempo integral, ou em jogos de ação, competições de canto, não acrescentam mensagens de vida para os telespectadores, mas rende um bom índice de audiência. E um novo fenômeno no mercado cultural, as celebridades instantâneas , pessoas que antes viviam no anonimato passam a receber reconhecimento público e viram alvo de notícias na mídia.

Todos buscam “aparecer”, ganhar um bom dinheiro e alçar seu lugar ao sol. Para ganhar seus quinze minutos de fama vale tudo, desde alterações de humor, pagação de mico ou encarar romances arrebatadores.

Então vem a pergunta clássica por que esses programas geram tanta audiência? A resposta mais cabível é por que despertam a curiosidade e os instintos de descobrir o que se passa na vida alheia.

Não adianta “cobrir o sol com a peneira” e dizer que não assistimos a esses programas ou que não sabemos nada sobre eles, a todo o momento somos bombardeados por notícias, propagandas ou até mesmo indagados em qualquer fila que estamos sobre esse assunto.

Cabe a nós então não criticar a programação, ler sobre o assunto para não ficar sem respostas quando indagados e respirar fundo diante da TV quando somos apresentados para avalanche de celebridades que nascem do anonimato. Vamos acreditar quem sabe um dia também não seremos uma.


Keli Wolinger

domingo, 7 de junho de 2009

Novo reality show da RedeGlobo - Apresentação Paulinho Vilhena

Programa estréia hoje dia 7, depois do Fantástico.Paulinho Vilhena está à frente da competição o novo reality show produzido pela Rede Globo: “Jogo Duro”. Com direção de núcleo de JB Oliveira, o Boninho, e direção geral de Roberto Naar, o programa reunirá oito participantes que disputarão o prêmio de até R$ 30 mil. À atração, que acontecerá em ambientes diferentes de uma fábrica abandonada, com cerca de 1000 m², construída na Central Globo de Produção, em Jacarepaguá.

A cada domingo, oito jogadores passarão por quatro provas, que reservam surpresas e obstáculos para os participantes. Serão sempre três competições eliminatórias, em ambientes diferentes da fábrica, e uma final, que será disputada dentro de uma velha casa de máquinas. Os três desafios que abrem o programa de estréia vão acontecer no ‘laboratório’, ‘esgoto’ e ‘galpão’, além da etapa final na ‘casa das máquinas’. Para driblar os empecilhos de cada prova, Boninho dá a dica:
- É preciso apenas sorte, equilíbrio emocional e agilidade.
Serão eliminados aqueles que reunirem a menor quantia e ainda o último a sair do ambiente da prova. Vence os que acumularem a maior soma em dinheiro.
- A classificação ou eliminação dos jogadores depende do desempenho de cada um deles - completa Boninho.

Programa terá oito competidores por semana atrás de até R$ 30 mil

Só dois finalistas estarão na prova da casa das máquinas e, como nas etapas anteriores, terão de se empenhar ao máximo para encontrar a maior quantidade de cédulas possível. O vencedor levará a quantia que for arrecada pelos jogadores ao longo de todas as provas da noite. O segundo colocado será premiado com o valor que ele e o vencedor conseguiram juntar nesta última fase.
“Jogo Duro vai ao ar aos domingos, logo após o Fantástico.”

Estréia também na noite de hoje um novo quadro no Fantástico, apresentado por Regina Case. O quadro recebe o nome de "Vem com Tudo", e apresentará novidades e tendências de estilo de diversas localidades do pais.

Fonte: www.globo.com


terça-feira, 2 de junho de 2009

Audiência no mês de maio: Novelas derrubam a Record pelo 3º mês

Pelo terceiro mês consecutivo, a Record caiu no Ibope da Grande São Paulo. A emissora fechou maio com média diária (das 7h às 24h) de 7,0 pontos, uma queda de 15% em relação a fevereiro, quando tinha 8,2. Em março, tinha 7,7 pontos e em abril, 7,4. Em um ano, a rede perdeu 25,5% de sua audiência -tinha 9,4 em maio de 2008.

Com isso, diminuiu para um ponto a diferença entre a Record e o SBT (6,0). Um ano antes, a Record tinha 3,2 pontos de vantagem. A Globo perdeu público na faixa matinal e caiu um décimo em maio, de 17,3 pontos em abril para 17,2.

Os principais vilões da queda da Record são as novelas. A emissora cresceu um décimo de manhã (de 5,2 em abril para 5,3) e perdeu dois décimos à tarde (de 5,9 para 5,7). À noite, caiu de 10,7 para 9,6.

Em abril, a Record ainda tinha "Chamas da Vida", que marcava médias de 14 pontos. "Promessas de Amor", que ocupou parte do horário, teve 9,3 em maio. E "Poder Paralelo" caiu de 12,7 em abril para 10,5 pontos em maio.

A estreia de "A Fazenda", no dia 31 de maio, revelou-se mais uma arma para recuperar o segundo lugar nas noites de domingo do que para bater a Globo. O novo reality show da Record chegou perto, mas não ultrapassou o "Fantástico", que marcou 23,7 pontos. "A Fazenda" fechou com 15,9, contra 11,5 do "Domingo Legal" e 7,7 do "Pânico na TV" (o mais afetado).

fonte: Outro Canal - Daniel Castro: Novelas derrubam Record pelo terceiro mês

domingo, 31 de maio de 2009

A importância da TELEVISÃO

Nos períodos que antecedem as eleições, seja para presidente, governadores ou prefeitos, os candidatos após o término do primeiro turno dizem a mesma frase: "Agora vai ser diferente! Teremos o mesmo tempo na TV!". Essa é uma referência que já, sem dúvida nenhuma, revela o poder de penetração que a Televisão tem sobre o povo do nosso país.

Televisão é entretenimento. Partindo dessa verdade, o telespectador procura uma programação que o mantenha atento diante da tela. Ele quer sentir emoções, sem pedir por elas. Ele quer se sentir informado, sem se sentir ignorante. Ele que aprender sem se sentir em uma escola.

A Televisão brasileira é uma excelente contadora de histórias. Tanto que faz sucesso mundial com as telenovelas. Ela não veio para substituir o rádio, cinema ou jornal, ela veio para ser um novo meio de comunicação que aprendeu com esses outros meios, já que seus profissionais, principalmente no início, vieram do rádio, jornal, teatro e cinema. E esse início é algo recente, pouco mais de 50 anos. Na maioria dos lares brasileiros o televisor ganha destaque principal na sala das residências, algumas possuem até a sala da TV.

Os sofás e poltronas ficam voltados para o aparelho. Fenômenos como Roque Santeiro, da Rede Globo, fazem o país parar diante da TV, ou olhos perplexos de todo o mundo ao ver, ao vivo, aviões chocando-se contra as torres do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. A Televisão é formadora de opinião e de comportamento, aliando à velocidade da informação, o fascínio de suas imagens. O telespectador senta-se diante da tela da TV e acredita que o apresentador de um telejornal naquele momento está falando para ele.

A Televisão sempre nos permitiu estar em contato com a música de qualidade, os grandes concertos sinfônicos, a MPB, os festivais de Jazz e Blues e eventos internacionais que são trazidos para dentro de nossas casas. A educação e o conhecimento podem chegar mais perto das pessoas. A Televisão consegue integrar todas as regiões do Brasil apesar de suas diferenças sociais, econômicas e culturais.



redirado e editado do site: www.tudosobretv.com.br/educa/importancia.htm

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Furo MTV

Um pouco mais sobre o Programa "Furo MTV"

Top Five - CQC - 25/05/2009

Conheça um pouco de CQC

CQC 18/05/09 Teste de Qualidade no Senado

Pensar enlouquece

A máxima “rir para não chorar”, pode ser aplicada aos programas humorísticos existentes hoje na TV aberta. Enquanto algumas emissoras produzem “remakes “ de enlatados importados outras apostam em um formato de programa de humor que foge do padrão tradicional, dos bordões populares, personagens estereótipos que recriam cenas minimalistas do cotidiano da sociedade de forma muitas vezes abusiva e ridicularizada.

Um programa de humor não precisa ser apelativo, e usar pessoas em situações degradantes ou realizando acrobacias idiotas e sem sentido para tornar-se de certo modo “engraçado”.

Por que não rir das notícias do nosso cotidiano, do cenário político atual e as imensas gafes do mundo internacional?

Pensando nisso o imprevisível CQC (Custe o que Custar) programa exibido às segundas – feiras a partir das 22h15min e aos sábados ás 23h45min, pela emissora Band trás uma proposta inovadora que pode ser a sobrevivência do jornalismo na TV em tempos de decadência do meio do jornalismo “chapa-branca”.

A proposta é simples “De microfone em punho e munidos de uma cara de pau acima da média, os cinco têm uma prioridade: perguntar o que ninguém teve coragem.” O programa é baseado no conceito o Stand-up Comedy (comédia de cara-limpa).

Todos os apresentadores do programa são formados alguns em jornalismo, outros em artes cênicas. (Sete ao todo três apresentadores e quatro repórteres)
O formato do programa é como um telejornal.

"Com humor inteligente, audacioso e muitas vezes ácido, o programa faz um resumo semanal das notícias, e nessa varredura dos fatos importantes, sob o olhar atento do CQC, ninguém escapa. No estúdio, quartel general do CQC, Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque assumem a bancada, e além de conduzir o programa ao vivo terão a missão de comentar livremente os principais assuntos da semana."

Conheça:http://band.com.br/cqc/oprograma.asp

A irreverência do CQC não é apelativa ou humilhante, as perguntas são bem elaboradas e os convidados figuras importantes do cenário nacional.
O ator Marcelo Tas e seu alter ego jornalista, “não-repórter” o Ernesto Varela (lendário por sua irreverência) traduz em uma simples frase o que não devemos fazer ao ler uma notícia sobre o mundo atual “Pensar enlouquece!”, então vamos rir e ironizar a situação.

Outra dica de um programa humorístico inteligente é o “Furo MTV” apresentado Dani Calabresa e Bento Ribeiro. A dupla apresenta as notícias do dia de uma maneira que, com certeza, você nunca viu. O programa é exibido de segunda a sexta às 22h15min e reprise aos sábado às 20h45min, domingo às 18h30min e Segunda a Sexta às 14h45min.

Conheça:http://mtv.uol.com.br/furo/blog

Keli Wolinger

Interatividade do Twitter inspira projetos para séries de televisão


O Twitter anunciou na segunda-feira, dia 25, que seu uniu à produtora Reveille e ao estúdio Brillstein Entertainment Partners para criar uma série de TV inspirada no site, que convida seus membros a publicar mensagens de no máximo 140 caracteres.

Segundo os produtores, o programa será o primeiro a levar para a tela o imediatismo do Twitter. Não foram revelados detalhes sobre o formato do show, mas a série utilizaria a rede social para indicar pistas sobre celebridades em um formato interativo e competitivo.

- O Twitter está transformando o modo como nos comunicamos, especialmente em relação aos famosos e seus fãs - disse o diretor-executivo da Reveille, Howard T. Owens, que espera que o novo projeto ''abra espaço para o Twitter na TV''.

Biz Stone, co-fundador do site, comentou nesta terça-feira a novidade. Segundo ele, muitas empresas estão desenvolvendo projetos ligados ao Twitter, entre elas MTV, G4, CNN e E!. Biz explica que o acordo com a Reveille e a Brillstein não é exclusivo e dá liberdade de criação aos produtores. Ele ratifica o caráter aberto do Twitter e lembra que graças a isso vários aplicativos, sites e interfaces foram criados para aprimorar a ferramenta original.

- Essa abertura, no entanto, não está limitada à web ou aos celulares - diz Stone, que continua - A filosofia aberta do Twitter pode transformar a televisão - o meio de comunicação dominante em todo o mundo. Nós estamos muito animados para ver o resultado dessas experiências.

Biz lembrou o caso das eleições presidenciais de 2008 nos EUA, quando a iniciativa "Hack the Debate" levou para o Twitter uma cobertura em tempo real dos debates entre os candidatos. Além disso, ele elogiou a CNN, por utilizar a ferramenta de forma inovadora.

O Twitter, fundado em 2007 e com sede em São Francisco, é um dos sites que mais cresce na internet. Um estudo recente da Nielsen demonstra que sua visitação saltou de 475 mil em fevereiro de 2008 para 7 milhões um ano depois.


Retirado daqui: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/05/26/interatividade-do-twitter-inspira-projetos-para-series-de-televisao-756035994.asp


O que você acha sobre isso???

segunda-feira, 25 de maio de 2009

CONCESSÕES DE RÁDIO & TV


Pela máxima dispersão da propriedade


Por Venício A. de Lima em 19/5/2009


Um dos resultados positivos da frustrada tentativa da FCC (Comissão Federal de Comunicações, na sigla em inglês) de "flexibilizar" normas restritivas à propriedade cruzada da mídia (jornal, rádio e televisão), que se seguiu à onda de privatizações das telecomunicações nos Estados Unidos, foi não só a articulação da sociedade civil contra essas medidas mas, também, o surgimento de sólidos estudos que justificaram a permanência das restrições.


O renomado professor de Direito da Universidade da Pennsylvania, C. Edwin Baker, especialista na Primeira Emenda da Constituição dos EUA, por exemplo, publicou em 2007 (Cambridge University Press), o livro Media Concentration and Democracy – Why Ownership Matters (Concentração na mídia e democracia – Por que a propriedade é importante). Entre outros argumentos, Baker defende vigorosamente o princípio da máxima dispersão da propriedade (maximum dispersal of ownership). Ele demonstra que quanto maior for número de "controladores" dos meios de comunicação, isto é, quanto mais estiver distribuído o poder de comunicar, melhor servida será a democracia. Na verdade, mais "controladores" significa a possibilidade do exercício da liberdade de expressão por um número maior de cidadãos.


Resistência histórica


Esta rápida introdução vem a propósito da histórica e contraditória resistência que a grande mídia brasileira tem revelado à democratização das comunicações no nosso país. O último exemplo é a reação que já se manifesta ao decreto assinado na terça-feira (12/5) pelo presidente da República outorgando à Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho uma concessão para executar o serviço de radiodifusão por sons e imagens (televisão) em São Caetano do Sul, SP.


A Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho – que tem entre seus mantenedores o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – já obteve uma concessão de TV educativa em Mogi das Cruzes (aprovada pelo Congresso Nacional, em 2007) e autorização para explorar rádios educativas em São Vicente e Mogi das Cruzes, estas ainda em tramitação no Congresso.


O Decreto-Lei 236/1967 – que é um dos velhos diplomas legais que ainda regulam a matéria – reza que, além da União, dos estados, territórios e municípios, somente poderão executar o serviço de televisão educativa as universidades e as fundações. Dessa forma, a Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho está, como qualquer outra fundação que atenda aos requisitos da lei, qualificada para receber a outorga.


Por outro lado, embora seja atribuição do presidente da República, desde a Constituição de 1988, a outorga de concessões de radiodifusão só produz efeitos legais "após a deliberação do Congresso Nacional" (§ 3º do artigo 223). Vale dizer que o decreto deverá tramitar, ser analisado, votado e aprovado (ou não) tanto na Câmara dos Deputados como no Senado Federal, antes de ser transformado em Decreto Legislativo e entrar em vigor.
Haverá, portanto, ampla oportunidade para aqueles que se opõem ou representam os opositores ao decreto manifestarem suas razões. Só depois, o Congresso Nacional decidirá pela aprovação ou não da concessão.


Por que será, então, que até mesmo a Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas (Abepec) manifesta "surpresa" com o decreto do Presidente da República?
O que está em jogo?


A questão fundamental implícita nas resistências à concessão de um canal de TV a uma fundação que tem entre os seus mantenedores um sindicato de trabalhadores é, como diria o professor Baker, a distribuição democrática do poder de comunicação.


Há uma evidente dificuldade na transição entre a defesa abstrata da liberdade de expressão (e da liberdade de imprensa) e sua efetivação através de medidas do Estado que promovam a democratização do poder de comunicar. Prevalece vigorosa e ativa, entre nós, a ultrapassada posição do liberalismo clássico que considera o Estado apenas como ameaça às liberdades individuais e não, muitas vezes, como promotor delas. É esse papel do Estado que é defendido pelo professor da Universidade Yale, Owen Fiss, no seu fundamental e indispensável A Ironia da Liberdade de Expressão – Estado, Regulação e Diversidade na Esfera Pública (Editora Renovar, 2005).


Por que os trabalhadores não podem ter um canal de TV? Que tipo de ameaça eles representam para a democratização do espaço público e a formação das opiniões em nosso país? A outorga não deveria, ao contrário, ser louvada não só pela grande mídia, mas pelas demais entidades do setor de comunicações, como um passo no sentido da democratização da liberdade de expressão?
Essas são, sem dúvida, questões que devem ser debatidas na 1ª Conferência Nacional de Comunicação.




Conceder ou não conceder eis a questão



A antiga “utopia” da democratização da informação para todos é uma via de mão dupla. Se por um lado a defesa de liberdade de expressão para a massa é justa, deve-se observar que o espaço público hoje concedido para a formação social é feito por “profissionais”, que estudam e trabalham para transmitir conteúdo de interesse coletivo. Por outro lado, os detentores dessas concessões muitas vezes são pessoas, que utilizam desse meio para se beneficiar publicamente da ideologia de poder que a mídia independente de ser ela televisiva, radiofônica ou impressa que dispõem.


No caso específico da televisão, é possível perceber que pessoas relacionadas ao poder executivo detém concessões de TV, onde fica a democratização neste caso?


O que deve ser discutido não é "quem" pode ou não obter a concessão, mas sim se deve receber este direito e o mesmo não deverá influenciar nos interesses coletivos e beneficiar toda uma sociedade e não apenas um indivíduo.


Obter liberdade de expressão nos veículos de comunicação é um direito de todos, mas ressalva-se que nem todos conseguem executá-lo de maneira benéfica e democrática ao coletivo.


Keli Wolinger.